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– DRA. ROBERTA BARROS

FAQ's

A idade ideal para que um(a) paciente realize uma cirurgia plástica depende de cada paciente e, principalmente, de cada procedimento que se deseja realizar. Há cirurgias que devem ser realizadas quando se é ainda criança (por exemplo, cirurgias de Lábio Leporino e de Orelha em Abano); em outras, idosos estão plenamente aptos a sua realização (por exemplo, cirurgia plástica de Pálpebras). Entretanto, como já dito, cada caso deve ser avaliado individualmente.

O valor dos honorários médicos de qualquer cirurgia plástica é apresentado pelo cirurgião plástico no momento da consulta ou durante a avaliação do paciente. Não existe “tabela de preços” para estes procedimentos.  Não há como estabelecer um valor genérico para cada procedimento. Por isso, quaisquer propagandas que apresentem preços ou valores referentes a cirurgias plásticas, em qualquer situação e especialmente antes de qualquer avaliação médica, são irregulares.

Em geral, os Planos de Saúde não ofertam cobertura para cirurgias plásticas estéticas.

Sim, é possível realizar duas ou mais cirurgias plásticas ao mesmo tempo, porém esta possibilidade vai depender dos tipos de cirurgias que se quer realizar, da saúde do paciente e, fundamentalmente, da avaliação do cirurgião plástico, sempre muito rigorosa e na qual é possível que o profissional até mesmo contra indique esta associação.

A resolução nº 1802/2006 do Conselho Federal de Medicina (CFM) indica que é obrigatória a presença do anestesista durante o procedimento cirúrgico. Mas nos procedimentos menos invasivos e de pequeno porte, realizados com anestesia local, a presença e o trabalho do anestesista não são necessários. Do mesmo modo, nos procedimentos que requerem a presença deste profissional, o seu trabalho é fundamental para o sucesso do ato cirúrgico e para a saúde do paciente.

A priori, sim, desde que suas hipertensões e diabetes estejam plenamente sob controle. Nestes casos, como em todos os casos de pré-operatório, uma ampla bateria de exames é solicitada pelo cirurgião plástico e somente se os resultados destes exames estiverem a contento, é que o profissional vai dar continuidade ao tratamento rumo à realização da cirurgia.

A decisão pela realização de um procedimento de cirurgia plástica deve ser amplamente debatida com o cirurgião plástico. Do mesmo modo, esta decisão deve ser ponderada com muita profundidade pelo (a) candidato (a) a paciente. Isto porque a reversão do resultado de uma cirurgia plástica pode ser algo difícil de ser atingido. No geral, há procedimentos mais simples, com uma reversão menos complexa; e procedimentos maiores e mais complexos, com poucas ou quase nulas chances de reversão.

Muitos (as) pacientes procuram consultórios com este desejo. É comum, inclusive, que levem fotografias de revista com “exemplos” de corpos, traços ou feições que desejam “copiar”. Neste caso, é fundamental salientar que o cirurgião plástico, na medida do possível, buscará atender o desejo do (a) paciente. Todavia, é dever do profissional orientar o (a) paciente na busca do resultado que mais se harmonize com suas características pessoais, podendo e devendo o médico, inclusive, contraindicar determinado procedimento, quando necessário, sob o ponto de vista clínico, estético ou do bom senso, mesmo que seja o desejo do paciente realizá-lo. A SBCP e todos os seus médicos membros têm compromisso com a saúde e o bem-estar do paciente. Por isso, a avaliação médica rigorosa e multifatorial é sempre realizada pelo cirurgião.

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